sexta-feira, 27 de maio de 2016

Amantes de livros!


Literatura: uma barca no meio do oceano

Fonte: Blog do [cultor]

Por Rafael Ruiz, “Literatura e crise – Uma barca no meio do oceano”, p. 20-26.

Por que lemos? Perguntava-se muitas vezes C.S. Lewis. Resposta: para saber que não estamos sós. Para aprender a construir prédios, para saber sobre cálculos e alíquotas, para fazer tabelas e gráficos temos muitos cursos e disciplinas, contudo, para saber como ser humanos e não cair sozinhos no abismo da desumanização, só podemos aprender com o que os outros seres humanos – aqueles que foram os mais humanos dos humanos – nos deixaram na arte, na música, nas letras, na poesia, nos romances.
Holden, a personagem criada por Salinger em O Apanhador no campo de centeio, é um colegial que procurou a conversa com o Prof. Antolini porque se encontrava confuso, desnorteado e, principalmente, revoltado com o estado de coisas na sociedade em que vivia. A conversa foi ficando, para Holden, cada vez mais pesada, mesmo assim, o Professor deu-lhe uma dica preciosa antes de despedi-lo. Um conselho para poder sobreviver no meio daquela sociedade que Holden já detestava:

5.ª Arma: a devoção à Santíssima Virgem

Nota do blogue: Acompanhe esse Especial AQUI.

A GRANDE GUERRA 
(LE COMBAT DE LA PURETÉ)
PELO
PE. J. HOORNAERT, S.J.


5.ª Arma: a devoção à Santíssima Virgem

Maria é a “padroeira titular da pureza”.
Ela não é somente Virgem, é a santa Virgem, a Virgem das Virgens, a Imaculada.
Quando as ladainhas enumeram as joias de sua coroa mística, insistem em fazer brilhar, uma por uma, as pérolas da sua pureza.
Mãe puríssima…
Mãe castíssima…
Mãe inviolada…
Mãe isenta de corrupção…
Rainha dos Anjos…
Rainha das Virgens…
Rainha concebida sem pecado…
É a Torre de marfim: o marfim é um corpo puro e branco.
Ela é, ó jovem que travas o duro “combate da pureza”, a torre de fortaleza donde pendem mil escudos, os escudos dos valentes…

* * *

quinta-feira, 26 de maio de 2016

4.ª Arma: a oração

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A GRANDE GUERRA 
(LE COMBAT DE LA PURETÉ)
PELO
PE. J. HOORNAERT, S.J.



4.ª Arma: a oração

Crês no Evangelho? Pois então medita estas palavras: “Este gênero de demônios só se vence pela oração e pelo jejum”; ou ainda estas: “Vigiai e orai para que não entreis em tentação”. O espírito está pronto, mas a carne é fraca”. (Mar. 14-38).
Quando mesmo houvesses expulsado Satanás do coração, por uma generosa confissão, não vás pensar que ele se dê, tão facilmente, por vencido: “Quando o imundo espírito tem saído do homem, anda por lugares secos, buscando repouso e não acha. Então diz: voltarei para minha casa donde saí. E vindo ele a acha desocupada, asseada e ornada. Então vai e toma consigo outros sete espíritos piores do que ele…” (Mat. 12-43).
Não confies pois em tuas próprias forças, quero dizer: em tua fraqueza!

quarta-feira, 25 de maio de 2016

Amantes de livros!

Esta é uma imagem de um livro muito interessante e raro que ensina a costurar, 
publicado em Dublim, na Irlanda, na segunda metade do século XIX.


3.ª Arma: a estima da “vida da graça”

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A GRANDE GUERRA 
(LE COMBAT DE LA PURETÉ)
PELO
PE. J. HOORNAERT, S.J.



3.ª Arma: a estima da “vida da graça”

Se perguntássemos a um bom número de homens: “quantas espécies de vida há no homem?” olhar-nos-iam muito admirados e responderiam: “Quantas vidas? se bem me recordo, há três: a vida vegetativa, semelhante a das plantas; a vida sensitiva, comum a todos os animais; e a vida intelectual, que nos é própria”.
Responderiam bem, mas não diriam tudo.
Temos uma quarta vida, muito real. Está isto claramente expresso no capítulo IV da Epístola aos de Galácia, no capítulo VIII, Epístola aos Romanos e em S. João relatando o ensinamento do Mestre: “Eu sou a videira, vós sois os sarmentos”.[1]
Os efeitos formais da vida sobrenatural podem reduzir-se a seis:
1.º) O homem possui, em si, uma vida divina. É o que diz o apóstolo S. Pedro: “Vós vos tornais participantes da vida divina”; e o mesmo diz S. João: “Ego sum vitis”.
2.º) O cristão, em estado de graça, é o templo do Espirito Santo.
S. Paulo, por cinco vezes, lembra esta verdade.
De longe correm para visitar as grandiosas basílicas: S. Pedro em Roma, S. Sofia em Constantinopla, o Sagrado Coração em Montmartre. Não deves, porém, esquecer-te de entrar, algumas vezes, no Santuário vivo, neste cenáculo íntimo que se chama teu “coração”.
3.º) Os cristãos, que possuem o tesouro da graça, são filhos de Deus. Não é um simbolismo, mas uma verdade objetiva: “Filii Dei nominemur et simus”. (I Jo. 3-1).

terça-feira, 24 de maio de 2016

8. CRIAR UM CLIMA CRISTÃO

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8. CRIAR UM CLIMA CRISTÃO

Uma das condições essenciais da educação cristã consiste em que o âmbito familiar realize uma atmosfera espiritual em que as almas desabrochem e se elevem espontaneamente. A influência exercida nas crianças se apóia melhor no conjunto harmonioso de uma multidão de fatos aparentemente insignificantes do que em manifestações excepcionais ou em discursos solenes.
• À religião não é qualquer coisa que se pespegue no indivíduo, muito menos uma roupa com a qual nos vistamos ou da qual nos desembaracemos à vontade, segundo os dias e as circunstâncias. É preciso que o clima da casa tenha por base uma fé que tudo informe para tudo transfigurar, sem trazer sombras.

2.ª Arma: a Confissão - 2.ª Parte

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A GRANDE GUERRA 
(LE COMBAT DE LA PURETÉ)
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PE. J. HOORNAERT, S.J.


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O demônio detestando (e tem razão) a confissão, levanta contra ela muitas objeções.

1.ª “É coisa incômoda”

— Pois não. Não acredito que haja um homem no mundo que se confesse, por mera diversão.
Mas bem vês, é forçoso escolher um destes dois incômodos. Ou acusarás esse teu pecado ao confessor e Deus sela-lhe os lábios com um segredo, que é o mais estrito e tremendo de todos os segredos profissionais, sendo o confessor um homem mas um homem que representa a Deus e que é, por assim dizer, Jesus sensível, a tal ponto que tu lhe dizes, com verdade: “a vós meu Pai, que fazeis as vezes de Jesus Cristo”, ou então aquele pecado que não revelaste, em confissão, será publicado no Juízo Final, diante de todos e do mesmo confessor a quem o ocultaste. Que vergonha, e desta vez estéril e não mais redentora!
Tais são os dois incômodos. Coteja-os, e escolhe um dos dois.

2.ª “O confessor se espantará”

— Ora essa! estou certo que, eu mesmo, de antemão faria, a tua confissão.
E tu não terias mais que dizer: “sim… tantas vezes”.

segunda-feira, 23 de maio de 2016

Pornografia mata o amor

Nota do blogue: Ótima aula (Pornografia mata o amor) do Padre Paulo Ricardo. Irei publicar a série de aulas desse curso. São num total de quatro sendo que a primeira trata sobre Pornografia, um novo tipo de droga

Nessa segunda aula ele fala da conversão de um ex-ator pornográfico que hoje faz apostolado e cita o vídeo -- elaborado por esse ex-ator -- que divulgo abaixo do vídeo da aula. São 16 minutos mostrando rapazes (foto apenas do rosto), a data do falecimento e a causa. A maioria morreu de Aids, alguns se mataram... rapazes lindos fisicamente, mas percebam o olhar deles... vazio! Rezemos, amigos e lutemos para que nossas crianças tenham um futuro mais digno.

Letícia de Paula




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Amantes de livros

Biblioteca del Convento dell'Osservanza di Siena.

7. CRIAR UM CLIMA DE AFETO VIRIL

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7. CRIAR UM CLIMA DE AFETO VIRIL

A criança tem necessidade de muito afeto — não um afeto molemente dado, mas um afeto tão viril quanto terno.
• Na América, na Áustria, em certas creches, a pretexto de uma puericultura científica, chegara-se a proibir todo contato com os bebês. As enfermeiras, enluvadas e com máscaras afiveladas ao rosto, tratavam as crianças de acordo com os últimos princípios da luta contra os micróbios. Naturalmente, era proibido beijar. Os resultados quanto ao desenvolvimento psíquico das crianças foram desastrosos. Inquéritos comparativos feitos no seio de famílias pobres e mesmo miseráveis, que viviam sem higiene, com mães por vezes negligentes, revelaram um desenvolvimento afetivo mais satisfatório. Mesmo com amas medíocres, mas que guardavam contato humano com as crianças de peito, o desenvolvimento ulterior se efetuava em condições bem melhores.

2.ª Arma: a Confissão - 1.ª Parte

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A GRANDE GUERRA 
(LE COMBAT DE LA PURETÉ)
PELO
PE. J. HOORNAERT, S.J.


2.ª Arma: a Confissão

Os soldados feridos nos combates eram transportados para as ambulâncias.
Apresentavam-se, ali, num como confuso cenário de sofrimentos.
Certos peitos atados com bandas rubras a modo de lúgubre “grão cordão” da Legião de Honra.
Imagine-se que um médico descobrisse um mágico preparado capaz de, num minuto, refazer aquelas carnes, cicatrizar aquelas horríveis chagas, restituir a integridade daquelas forças perdidas…
“Que estranha suposição!” dirás…
Não é suposição. É pura verdade.
Corações de milhares de jovens estão feridos mortalmente pelo pecado.
Para curá-los, Deus inventou um remédio maravilhoso, infalível: a Confissão.
O confessionário é a ambulância onde se curam os corações feridos, a boa “cruz vermelha” das almas…
“Meu Deus! murmuras, não tendes coisa mais nova para apresentar do que a confissão? Como é velho esse remédio!…
Já é coisa arcaica”.