sábado, 21 de janeiro de 2017

20. A EDUCAÇÃO DA VONTADE - Segunda parte

Nota do blogue: Acompanhe esse especial AQUI.


• Evitemos educar as crianças numa “caixa de algodão”. É claro que podemos dar-lhes gulodices de quando em vez; faz parte da idade e o que contém açúcar lhes é útil. Mas, é preciso evitar todo excesso. Cumpre ensinar-lhes a que possam passar sem doces, deles se privando mesmo, voluntariamente, uma vez ou outra.

• Um dos melhores serviços a prestar às crianças é acostumá-las ao esforço e até mesmo levá-las a sofrer sem que se queixem.
Conheci uma mãe admirável. Quando solteira havia estudado os problemas da educação. Sabia como agir para despertar nos seus garotos o gosto e a prática do esforço, o senso do belo, o hábito da franqueza, da ordem, das orações regulares, do bom humor... Pedia aos filhos que se esforçassem até a vitória, determinando-lhes um objetivo elevado, prático, capaz de emocioná-los. Fazia cora que se interessassem pelos doentes, pelos padres do interior, pelos agonizantes que necessitassem de graças... por um retiro de almejado sucesso. Ela apaixonava os filhos com um “fim”. Depois, lhes dizia: “É preciso que ao chegar a noite vocês tenham feito sacrifícios”. As crianças sentiam-se estimuladas, vigiavam, lutavam. À noite, a mãe os fazia sentir as alegrias que gozamos quando praticamos o bem. As crianças prestavam atenção. Observavam que o mal torna a gente infeliz, que há, pelo contrário, alegrias sublimes no cumprimento do dever. Confiavam em si mesmas e faziam a própria conquista; sentiam-se orgulhosas com isto.[1]
• Um dos melhores meios de desenvolver a vontade da criança é o de proceder por afirmações que serão articuladas sempre que se oferecer a ocasião de um esforço a realizar: “Trabalho pesado! Isto me agrada. — Isto vai custar, mas vou fazer. — É difícil, tanto melhor!” Tornamo-nos fortes à custa de esforços.

sexta-feira, 20 de janeiro de 2017

3º Domingo Comum - Salmo 26 O Senhor é minha luz e salvação... Ano A



Refrão: Dm C Gm A7 Dm
Salmodia: Dm D7 Gm C F Gm Dm E7 A7 

R. O Senhor é minha luz e salvação.
O Senhor é a proteção da minha vida.

O Senhor é minha luz e salvação;*
de quem eu terei medo?
Senhor é a proteção da minha vida;*
perante quem eu tremerei?R.

Ao Senhor eu peço apenas uma coisa,*
e é só isto que eu desejo:
habitar no santuário do Senhor*
por toda a minha vida;
saborear a suavidade do Senhor*
e contemplá-lo no seu templo.R.

Sei que a bondade do Senhor eu hei de ver*
na terra dos viventes.
Espera no Senhor e tem coragem,*
espera no Senhor!

sábado, 14 de janeiro de 2017

20. A EDUCAÇÃO DA VONTADE - Primeira parte

Nota do blogue: Acompanhe esse especial AQUI.


20. A EDUCAÇÃO DA VONTADE

Um padre que exerceu profunda influência na sua paróquia — o Padre Marc, vigário de Saint-Nicolas de Troyes — escreveu um dia aos pais e mães de família uma carta aberta que começava por estas palavras:

“Vejo muitos pais... Eles me suplicam fazer “qualquer coisa” de seus filhos. Vejo também muitas crianças... conheço-as. O que a todas falta é o hábito do esforço. Não receberam formação a esse respeito; não se lhes exige bastante... transige-se... capitula-se... mas, elas são boas, possuem imensos recursos. Muita coisa se podia tirar de sua boa índole. Infelizmente, deixam-se viver... não têm vontade bastante... é o mal da época. É absolutamente preciso remediá-lo... desenvolver a energia das crianças. É urgente. Todo o futuro está nelas.”
• É um fato. Em numerosas famílias tem-se medo de pedir esforços à criança, e isto sob os mais fúteis pretextos: receio de contrariá-la, de fazê-la sofrer, medo de complicações, de vê-la amuada. É uma educação mesquinha e, mesmo, às avessas; porque as crianças que não sabem dominar-se, renunciar, preocupar-se com os outros de um modo mais ou menos adaptado à sua idade, serão mais tarde vencidas pela vida, quando não se tornam os carrascos dos que lhes ensinaram a se transformar em tiranos.

• Uma dirigente de colônia de férias escrevia em seu relatório:

segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

ESPÍRITO DE SACRIFÍCIO


"Tudo esmorece, tudo se estiloa, tudo morre na criança a quem nada se recusa". (Mons. Gibier, A desorganização da família, pág. 315)

Numa sociedade hedônica falar de espírito de sacrifício é quase uma loucura, mas, somente dessa forma uma criança terá bases e meios de ser feliz nessa vida.

A felicidade não consiste no prazer sensível e sim em cumprir a vontade de Deus nesse Vale de Lágrimas, e o sofrimento nessa vida é algo inevitável para um cristão. Conseguiremos suportar o sofrimento apenas através do espírito de sacrifício, um sacrifício feito por amor a Deus. 

Esse espírito é incutido nas almas em idade tenra, quando a formação do caráter e espiritual estão em andamento, e isso cabe aos pais, que, através de conversa, oração e atos moldarão o ser infantil.

Alguns exemplos práticos:

1. Recusar um desejo do filho, explicando que aquele sacrifício da vontade será para aliviar os doentes, se assim for do agrado de Deus.

2. Um dia da semana ficar sem sobremesa para que algumas almas do purgatório recebam alívio.

3. Separar R$ 10,00 da mesada para comprar uma marmita para um pobre na rua.

Letícia de Paula

2º Domingo Comum - Salmo 39 Eu disse eis que venho, Senhor, com prazer faço a vossa vontade - Ano A




Refrão: Em C D Em C B7 Em 
Salmodia: Em Am B7 Em G Am Em B7 Em 

R. Eu disse: Eis que venho, Senhor,
com prazer faço a vossa vontade!

Esperando, esperei no Senhor,*
e inclinando-se, ouviu meu clamor.
Canto novo ele pôs em meus lábios,*
um poema em louvor ao Senhor.R.

Sacrifício e oblação não quisestes,*
mas abristes, Senhor, meus ouvidos;
não pedistes ofertas nem vítimas,*
holocaustos por nossos pecados. R.

E então eu vos disse: 'Eis que venho!'*
Sobre mim está escrito no livro: 
Com prazer faço a vossa vontade,*
guardo em meu coração vossa lei!'R.

Boas-novas de vossa justiça
anunciei numa grande assembléia;*
vós sabeis: não fechei os meus lábios!R.

quinta-feira, 29 de dezembro de 2016

O aborto e a falácia dos números pelo Padre Paulo Ricardo


Os números são manipulados de forma primária, não fazendo distinção entre aborto provocado e aborto natural, cálculo realizado por Débora Diniz, "pauzinho mandado" de organizações internacionais como a Fundação Mccartney, que é uma das maiores incentivadoras financeiras do aborto mundial.

Como 90% dos brasileiros é contrário ao aborto, essas organizações mundiais tentam manipular estatísticas para tentar "amolecer" o brasileiro, alegando que a não legalização do aborto tem matado mulheres indefesas. Falácia dos diabos.

Apoiem padres como o Padre Paulo Ricardo e o Padre Lodi que, bravamente, gladiam contra esses filhos do capeta.

O Brasil não aderirá ao aborto! Eu tenho fé.

Letícia de Paula

ETERNO MATRIMÔNIO


A nossa era desconhece o que Cristo fez ao matrimônio. Elevou-o a Sacramento, sobrenaturalizando esse contrato. Tornou-o indissolúvel, monogâmico e reflexo de Sua união com a Igreja.

A nossa era despreza o matrimônio, com suas leis e graças, relativizando o que é inviolável e colocando-o num patamar animal, onde o sexo é o centro da relação, sem concluir o fim para qual foi feito, a saber, a prole. O prazer existente na relação conjugal é como que um estímulo para as responsabilidades que dele nascem, os filhos e suas penas. Um casal que fica apenas com a gratificação (prazer) e não assume as penas (filhos, educação) atraiçoa a Deus.

A nossa era trata o Sacramento do matrimônio como se fosse um brinquedinho. Cansou dele, começou a dar os primeiros problemas, passou a fase da novidade e logo é colocado no lixo e se busca um novo. Acham que podem entrar com nulidade por qualquer futilidade, comprar bispos, ou assumir o status de "segunda união", desprezam o caráter indissolúvel e monogâmico dado por Jesus Cristo.

A nossa era usa do cônjuge como um objeto, aceitando o matrimônio apenas por formalidades, sem tomar pose das responsabilidades de fidelidade e amor mútuo que ele implica. Passam-se os anos, a beleza da primavera se vai, vem os conflitos, a rotina e o lar é maculado pela prostituta "traição", pelo divórcio, mentiras e brigas que fazem da vida dos filhos um inferno na terra.

Somos dessa era, mas não somos obrigados a sermos como ela. Somos batizados, filhos adotivos de Deus e cumpridores de Suas leis. Coremos nossa face diante de tantos insultos feitos ao Sacramento do Matrimônio, assumamos uma postura de cristãos autênticos como marido ou esposa. Tenhamos e eduquemos filhos para o Céu. Sejamos fiéis até à morte e jamais façamos de nosso lar um inferno para os filhos.

Somos desse mundo, estamos nele e temos a LUZ. Brilhemos, queridos, brilhemos a LUZ que é CRISTO, e não nos envergonhemos de perpetuar nosso matrimônio, honrando e santificando esse Sacramento.

Deus imperará nas famílias que não se envergonharem de Seu nome.

Letícia de Paula

sábado, 24 de dezembro de 2016

SANTO NATAL


Muitas pessoas deixam de aproveitar o Natal por conta de problemas na família, saudades daqueles que se foram, solidão entre outras coisas. Por mais que todas essas coisas sejam legítimas de pena nada, nada pode e deve nos tirar a alegria do Natal. Natal não é pra gente, não é festa familiar, não é comes e bebes, Natal é o nascimento do Menino-Jesus e esse precisa de uma manjedoura que o receba com alegria, e essa manjedoura DEVE ser o seu coração.

O site A grande guerra deseja a todos um santo Natal e que o Menino Jesus nasça diariamente em nossos corações!

Letícia de Paula

quinta-feira, 22 de dezembro de 2016

CARÊNCIA CRISTÃ


Vivemos numa época onde falta seriedade, honra e respeito nas relações. As pessoas são tratadas como objetos descartáveis, o sexo é idolatrado, o corpo venerado e a alma desprezada.

Cristãos remam contra essa maré, além de muitas vezes, trazerem uma má educação, virem de lares desestruturados, etc. A possibilidade de viver o cristianismo num lar estruturado e com uma pessoa de Deus acaba sendo a única alternativa.

Talvez por isso, quando uma moça (especialmente ela por ser mais emotiva) encontra um rapaz que se autodenomina "de Deus", venha essa descarga de anseios.

A caridade entra aqui, compreender tais situações e ajudar no que puder. Todo excesso é ruim, mas a carência pode ser ponderada com conversa, oração e parceria.

Letícia de Paula

COMPREENSÃO FEMININA


Os homens carregam uma responsabilidade enorme dentro de um relacionamento. O fato deles serem os provedores (não apenas no sentido financeiro), o cabeça da relação, aquele que baterá o martelo nas decisões de um lar, todas essas obrigações natas, trazem receio, angústia e um pouco de medo.

São homens passíveis dessas fraquezas, não são anjos.

Por isso, nós mulheres, devemos ajudá-los com nossa parceria, apoio e carinho. Jamais humilhá-los. Uma mulher que não consegue ter a docilidade para entender isso fará da vida de seu marido um inferno.

Letícia de Paula

HOMENS E MEDO DA EDUCAÇÃO DOS FILHOS


É muito comum o homem cristão temer pela educação que ele dará ao seu filho. É um temor legítimo, pois de uma boa educação se molda almas infantis. Todavia, a educação não se dá primeiramente pela ciência, pelo culto das letras e metodologias, não! A educação se inicia, finca e perpetualiza-se pelo bom exemplo que o pai dá, especialmente no campo espiritual.

Um homem que dobra seus joelhos e reza a Deus diante dos filhos forja "almas faróis".

Que o temor do homem seja acalmado por essa certeza.

Letícia de Paula


segunda-feira, 19 de dezembro de 2016

CASTIDADE NO NAMORO


Guardar a castidade no namoro não é só uma questão de temor, mas, especialmente uma prova de amor. E esse amor para com Deus se transborda atingindo o bem-amado.

Quem guarda a castidade exercita a sua vontade e paciência, domina suas vontades e eleva os desejos. Meu corpo anseia pelo prazer, mas esses anseios serão domados pela razão reta e pela graça a fim de presentear o apetite sensível no momento certo, com a benção de Deus.

Letícia de Paula
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